Brasileira Elaíze Farias: jornalista e cofundadora da Amazônia Real, recebe prêmio de direitos humanos da U.S. Department of State.

A cofundadora da Agência Amazônia Real foi uma das profissionais reconhecidas e premiadas pelos Estados Unidos, por meio do Departamento de Estado. 

O motivo da premiação foi por sua brilhante atuação em defesa dos direitos humanos. 

Elaíze Farias, uma jornalista brilhante, levou para a casa o Prêmio Anual Global de Defensora dos Direitos Humanos, numa importante cerimônia em Washington. 

A premiação faz parte das comemorações dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. 

Além disso, comemora também o 25º aniversário da Declaração das Nações Unidas ligadas aos Direitos Humanos. 

Leia mais sobre esse assunto logo abaixo. 

Premiações nos Estados Unidos e representatividade brasileira

Embora outros países tenham sido representados na premiação, não há como negar a importância da participação da jornalista Elaíze Farias.

O prêmio foi uma prova de reconhecimento da determinação e coragem no engajamento com as causas ligadas aos direitos humanos. 

Além disso, os envolvidos não mediram esforços para fazer parcerias públicas e privadas visando combater as irregularidades praticadas tanto por governos, como empresas que trabalham visando apenas o lucro e não respeitam o ser humano e suas individualidades. 

Por meio de ações consistentes, Elaíze mostrou que é possível promover a compreensão e mobilização para que todos se envolvam na causa de proteção aos direitos humanos. 

Ademais, torna possível que as pessoas que agem em desacordo com a lei sejam responsabilizadas e punidas, servindo de exemplo para outros infratores da lei. 

Quem é Elaíze Farias?

Nascida em Parintins, no estado do Amazonas, formada pela UFAM – Universidade Federal do Amazonas,  é co-fundadora de um dos mais expressivos sites da Amazônia, além de ser produtora e editora de conteúdo do referido site. 

Por meio desse espaço, a jornalista sempre aproveitou a oportunidade de denunciar atos infracionais, especialmente no que diz à violação dos direitos territoriais e humanos. 

Ademais, sempre fez questão de mostrar atos violentos que resultam em prejuízos socioambientais a curto, médio e longo prazo, especialmente para a população da Amazônia.

Sua brilhante atuação a levou a conquistar outros prêmios internacionais, tais como de jornalista investigativo no 16º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo em 2021.

Em 2022, Elaíze Farias foi premiada novamente, dessa vez foi o Prêmio Especial Vladimir Herzog. 

A premiação contou ainda com representantes da África, América Central, Europa e Ásia, formando um grupo de 10 pessoas engajadas na mesma causa. 

Embora a premiação tenha sido entregue presencialmente nos Estados Unidos, Elaíze não pode participar presencialmente. 

Mas recebeu seu prêmio por meio de um evento online na sede da Agência Amazônia Real, no estado do Amazonas. 

A jornalista considera um privilégio enorme representar sua comunidade, estado e país dando voz aqueles que não conseguem se manifestar. 

Ao publicar histórias da Amazônia que mostram a importância da valorização dos direitos humanos e mostra a importância de ações contundentes, Elaíze pede socorro para a população amazônica. 

Ao conhecer os nomes de outros vencedores do prêmio, a jornalista sentiu-se parte integrante de um grupo de pessoas que promove a proteção à vida e aos direitos humanos em diversas partes do mundo.

Prêmio de Direitos Humanos oferecido pelos Estados Unidos

O Departamento de Estado dos EUA juntamente às autoridades da Casa Branca e do Congresso do país participaram juntos da cerimônia de entrega da premiação. 

A Organização das Nações Unidas e embaixadas também se fizeram presentes e em pronunciamento, o Departamento de Estado parabenizou e agradeceu a determinação e coragem das 10 pessoas premiadas.  

Conclusão 

O grande objetivo dos Direitos Humanos dos Estados Unidos é incentivar e reconhecer a coragem e determinação das pessoas que dispõem de sua vida pelas causas sociais. 

Elaíze Farias mostrou sua determinação e destemor ao denunciar fatos que colocam em risco a vida das pessoas em seu estado.

Seu trabalho atuando como jornalista dentro da Amazônia Real junto aos seus colaboradores trouxe reconhecimento internacional para ela.